Os tres grandes dirigentes das tres grandes empresas automobilisticas americanas foram ao congresso pedir dinheiro para suas cambaleantes corporações. Até aí, tudo bem. Mas eles foram cada qual com seu jatinho particular! Conclusão. Levaram uma tremenda bronca dos congressistas e foram embora de mãos vazias! Como emprestar dinheiro a executivos irresponsaveis? Onde está o rigor financeiro? Não fizeram a lição de casa...
Décadas atrás a Chrysler foi beneficiada com um pacote financeiro para tirá-la da falencia. Agora ela está de volta com novo pedido. É evidente que ela não aprendeu a lição, mas muitos executivos naquela época ganharam furtunas.
O que dizer aos dirigentes dessas empresas? Que se virem! Que quebrem! Que se danem! Os desempregados vão se arranjar, conseguirão empregos em outras áreas e terão que se contentar com menos benefícios. Vai ser difícil, mas será uma lição única e definitiva. Os executivos dessas empresas serão os mais beneficiados caso o governo decida socorrê-las. E os mais de 200 milhões de contribuintes americanos vão bancar os salários e mordomias de menos de 2 milhões de trabalhadores.
Os poderosos sindicatos sugaram tantos beneficios que mataram a galinha dos ovos de ouro. Que paguem por sua ganancia! E não obriguem os contribuintes a pagarem por seus exageros.
Estamos atrás de justiça, e o mais justo é que cada um pague por seus erros. Assim...
Aqui tivemos alguns casos notáveis, principalmente com a quebra da Varig, imagem viva do Brasil no exterior. Os passageiros continuaram viajando e os prejudicados entraram na justiça reclamando seus direitos. É assim que tem que ser!
Milhares de pequenos e micros empresários vão a falencia todos os dias. Centenas perdem todos seus recursos, dinheiro de suas economias, poupanças, FGTS, etc. Nem por isso o caos se instala; é a seleção natural das coisas. Os mais eficientes sobrevivem... A maioria dos que faliram se recuperam e abrem novos negocios, e os verdadeiros empreendedores em algum determinado tempo e ramo de atividade vão ter sucesso!
Isso vale para as grandes corporações. Os executivos tem que tomar decisões drásticas, vendendo parte dos ativos de suas empresas, reestruturando suas fabricas e tornando-se mais eficientes. Nem tudo está perdido. Há espaço para muitas manobras.
Bressan
sábado, 13 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Especulação.
O preço do petróleo há poucos meses estava na estratosfera, algo em torno de US$ 140,00 o barril. Veio a crise, mexeu com os ânimos dos mercados, dos investidores, dos especuladores, dos consumidores, e o preço do barril caiu para US$ 40,00. Quem determina o preço é o mercado! Mas que mercado? O mercado real, da oferta e demanda? Ou mercado hipotético, inventado, imaginável, do futuro? O mercado real não caiu 70% como assinala a queda de preço do produto. É facil deduzir que uma minoria com enorme poder econômico-financeiro "administra" esse mercado.
Alto lá!
Não é só esse mercado que está sendo manipulado. O preço dos produtos do campo também estão sendo "administrados" por outros especuladores!
Os países exportadores de petróleo querem diminuir a oferta para aumentar ou não permitir que os preços caiam ainda mais. Nesse mercado é facil controlar a oferta. Basta paralizar alguns campos, manter ancorados alguns petroleiros, diminuir a vazão de alguns oleodutos, e pronto; equilibra-se a oferta e procura, para se chegar a um preço "de concenso".
E os produtos do campo? Aí a coisa é muito diferente. A falta de crédito, a redução na produção, a queda na produtividade vão certamente causar excassez de produtos e consequentemente preços mais elevados e fome.
Isso porque o campo necessita de um prazo para plantar, colher e distribuir os produtos. E se os produtos não chegarem a tempo e com preços baixos à mesa do consumidor é fome e morte...
Por isso atenção especial tem que ser dada ao campo. Crédito, preços minimos e garantia de comercialização são alguns dos mecanismos essencias para manter a produção do campo e garantir a alimentação de nosso povo e excedente para exportação. Produzir não é expecular; é garantir o pão em nossa mesa!
Bressan
O preço do petróleo há poucos meses estava na estratosfera, algo em torno de US$ 140,00 o barril. Veio a crise, mexeu com os ânimos dos mercados, dos investidores, dos especuladores, dos consumidores, e o preço do barril caiu para US$ 40,00. Quem determina o preço é o mercado! Mas que mercado? O mercado real, da oferta e demanda? Ou mercado hipotético, inventado, imaginável, do futuro? O mercado real não caiu 70% como assinala a queda de preço do produto. É facil deduzir que uma minoria com enorme poder econômico-financeiro "administra" esse mercado.
Alto lá!
Não é só esse mercado que está sendo manipulado. O preço dos produtos do campo também estão sendo "administrados" por outros especuladores!
Os países exportadores de petróleo querem diminuir a oferta para aumentar ou não permitir que os preços caiam ainda mais. Nesse mercado é facil controlar a oferta. Basta paralizar alguns campos, manter ancorados alguns petroleiros, diminuir a vazão de alguns oleodutos, e pronto; equilibra-se a oferta e procura, para se chegar a um preço "de concenso".
E os produtos do campo? Aí a coisa é muito diferente. A falta de crédito, a redução na produção, a queda na produtividade vão certamente causar excassez de produtos e consequentemente preços mais elevados e fome.
Isso porque o campo necessita de um prazo para plantar, colher e distribuir os produtos. E se os produtos não chegarem a tempo e com preços baixos à mesa do consumidor é fome e morte...
Por isso atenção especial tem que ser dada ao campo. Crédito, preços minimos e garantia de comercialização são alguns dos mecanismos essencias para manter a produção do campo e garantir a alimentação de nosso povo e excedente para exportação. Produzir não é expecular; é garantir o pão em nossa mesa!
Bressan
domingo, 30 de novembro de 2008
CIDADÃOS PARA VOTAR E PAGAR CONTAS
Somos obrigados a votar. É a lei! Somos obrigados a socorrer empresas e bancos quebrados via pagamento dos impostos. É a lei!
Estariamos dispostos a votar nesses políticos que aí estão voluntariamente? A financiar o luxo dos executivos e as más administrações dessas empresas quebradas?
Certamente, NÃO.
Que explicação a Petrobrás dará aos 2 bilhões que tomou emprestado da CEF? A empresa sempre divulgou lucros fabulosos... Cadê o dinheiro? Dificilmente seremos convencidos das possíveis explicações que surgirão. Aliás, está faltando explicação convincente a tantos escândulos...
Nós, cidadãos comuns, temos metas importantes em nossas vidas, sempre dentro de nossas possibilidades. Lutamos para estudar, criar e educar nossos filhos, adquirir bens e ... assistir passivamente aos desatinos financeiros? Até quando?
As empresas e bancos têm que arcar por seus prejuizos, pois nunca pagaram dividendos ou distribuiram lucros à população. Por que temos que financiar seus erros?
Qual a finalidade do esforço dos governantes de todo mundo em estabilizar a crise? Não será para proteger os interesses econômicos dos mais ricos?
A indgnação é grande. A população está perplexa. Os empregos estão sumindo. A fome está aumentando.
E nós pagando a conta!
Bressan
Estariamos dispostos a votar nesses políticos que aí estão voluntariamente? A financiar o luxo dos executivos e as más administrações dessas empresas quebradas?
Certamente, NÃO.
Que explicação a Petrobrás dará aos 2 bilhões que tomou emprestado da CEF? A empresa sempre divulgou lucros fabulosos... Cadê o dinheiro? Dificilmente seremos convencidos das possíveis explicações que surgirão. Aliás, está faltando explicação convincente a tantos escândulos...
Nós, cidadãos comuns, temos metas importantes em nossas vidas, sempre dentro de nossas possibilidades. Lutamos para estudar, criar e educar nossos filhos, adquirir bens e ... assistir passivamente aos desatinos financeiros? Até quando?
As empresas e bancos têm que arcar por seus prejuizos, pois nunca pagaram dividendos ou distribuiram lucros à população. Por que temos que financiar seus erros?
Qual a finalidade do esforço dos governantes de todo mundo em estabilizar a crise? Não será para proteger os interesses econômicos dos mais ricos?
A indgnação é grande. A população está perplexa. Os empregos estão sumindo. A fome está aumentando.
E nós pagando a conta!
Bressan
sábado, 15 de novembro de 2008
A banda podre do capitalismo
Incerteza.
Essa palavra tem sido a mais usada nos últimos tempos devido a enorme volatilidade do mercado financeiro. Tudo o que se fez recentemente e o que se está fazendo atualmente é especulação desenfreada. Aposta-se em tudo: ações, petróleo, soja... Esse enorme cassino tem prejudicado a economia real.
Despencaram a produção de: carros, moradias, alimentos... porque dependem do que acontece no cassino financeiro, que define a taxa de juros - o valor da prestação dos bens que se pretende adquirir. O número de prestações foi reduzido devido ao medo de calote generalizado.
É como no garimpo. Contamina-se a água com mercurio para angariar ouro. Mas não se pode beber daquela água nem comer o peixe devido a contaminação. De que adianta o ouro? Para enriquecer pessoas que vão importar água e peixe para comer! Beneficios para poucos. No cassino financeiro é a mesma coisa: contamina-se o mercado mas, certamente, tem gente se beneficiando com isso! E muito!!
Os empregos?
Estão sumindo. A economia real (da produção, comercialização, transporte, serviços, agricultura) está indo para o buraco. Sem renda não há consumo e o emprego cai ainda mais. Como reverter esse quadro?
Atenção G20! Enquadrem o mercado financeiro que tem arruinado várias gerações, desde que o capitalismo se consolidou na economia. O banda boa da economia de mercado é a economia real e a banda podre é o sistema financeiro. Para que o capitalismo funcione como sistema eficiente para os cidadãos a banda podre terá que ser corrigida, custe o que custar.
Bressan
Essa palavra tem sido a mais usada nos últimos tempos devido a enorme volatilidade do mercado financeiro. Tudo o que se fez recentemente e o que se está fazendo atualmente é especulação desenfreada. Aposta-se em tudo: ações, petróleo, soja... Esse enorme cassino tem prejudicado a economia real.
Despencaram a produção de: carros, moradias, alimentos... porque dependem do que acontece no cassino financeiro, que define a taxa de juros - o valor da prestação dos bens que se pretende adquirir. O número de prestações foi reduzido devido ao medo de calote generalizado.
É como no garimpo. Contamina-se a água com mercurio para angariar ouro. Mas não se pode beber daquela água nem comer o peixe devido a contaminação. De que adianta o ouro? Para enriquecer pessoas que vão importar água e peixe para comer! Beneficios para poucos. No cassino financeiro é a mesma coisa: contamina-se o mercado mas, certamente, tem gente se beneficiando com isso! E muito!!
Os empregos?
Estão sumindo. A economia real (da produção, comercialização, transporte, serviços, agricultura) está indo para o buraco. Sem renda não há consumo e o emprego cai ainda mais. Como reverter esse quadro?
Atenção G20! Enquadrem o mercado financeiro que tem arruinado várias gerações, desde que o capitalismo se consolidou na economia. O banda boa da economia de mercado é a economia real e a banda podre é o sistema financeiro. Para que o capitalismo funcione como sistema eficiente para os cidadãos a banda podre terá que ser corrigida, custe o que custar.
Bressan
domingo, 9 de novembro de 2008
Por que deixar ruir?
O ser humano, inteligente e capaz, mostra-se sistematicamente inseguro para corrigir certos desvios de conduta ou comportamento. A percepção dos descaminhos não são percebidos por todos ao mesmo tempo. Assim, algumas pessoas têm o dom de antever certos fatos que a maioria não consegue enxergar. Essa observação vale para o desmatamento desenfreado, pelo aquecimento do planeta, pela educação, pela saúde, pelo armamento de destruição em massa, etc. Enfim, somos especialistas em criar problemas e deixá-los para as próximas gerações, mas não somos capazes de resolvê-los.
O mais recente episódio, talvez o maior de nossa historia contemporanea é a confusão do sistema financeiro mundial. Algumas pessoas tentaram alertar o rumo errado que as coisas estavam seguindo. Tentaram chamar a atenção das autoridades, mas foi em vão. A cegueira pela ganancia era mais forte e a maioria estava ganhando com o estado da economia. Por que se preocupar se o mercado é eficiente?
Hoje estamos tentando corrigir erros de décadas atrás. Perdas irreverssiveis como do meio ambiente, exaustão de recursos finitos, extinção de animais e plantas, etc.
Quanto tempo levaremos para restabelecer a confiança no sistema financeiro? Quantas pessoas morrerão de fome por conta da ganacia e cegueira dos investidores e especuladores? Qual será a punição (ou recompensa) para os agentes econômicos responsáveis por essa catástrofe? São apenas perguntas que ficam no ar.
Os países ricos, apontados como os grandes responsáveis por essa tragédia, são incapazes de resolver a crise sozinhos. Assim, eles dependerão de outras nações fortes para colocar o mercado em ordem e nao deixar o sistema financeiro ruir de vez. Entram em cena os paises do bloco BRIC e os grandes exportadores de petróleo, detentores de imensas reservas financeiras.
E sabemos diante mão, que o novo sistema que surgirá, terá validade de algum tempo. Esperamos que as autoridades do futuro ouçam ou se questionam sobre o desenrolar dos fatos de então. E consigam evitar novas catástrofes em prejuizo dos seres humanos, não deixando ruir um sistema que pode ser corrigido em tempo de resguardar os interesses da maioria.
Bressan
O mais recente episódio, talvez o maior de nossa historia contemporanea é a confusão do sistema financeiro mundial. Algumas pessoas tentaram alertar o rumo errado que as coisas estavam seguindo. Tentaram chamar a atenção das autoridades, mas foi em vão. A cegueira pela ganancia era mais forte e a maioria estava ganhando com o estado da economia. Por que se preocupar se o mercado é eficiente?
Hoje estamos tentando corrigir erros de décadas atrás. Perdas irreverssiveis como do meio ambiente, exaustão de recursos finitos, extinção de animais e plantas, etc.
Quanto tempo levaremos para restabelecer a confiança no sistema financeiro? Quantas pessoas morrerão de fome por conta da ganacia e cegueira dos investidores e especuladores? Qual será a punição (ou recompensa) para os agentes econômicos responsáveis por essa catástrofe? São apenas perguntas que ficam no ar.
Os países ricos, apontados como os grandes responsáveis por essa tragédia, são incapazes de resolver a crise sozinhos. Assim, eles dependerão de outras nações fortes para colocar o mercado em ordem e nao deixar o sistema financeiro ruir de vez. Entram em cena os paises do bloco BRIC e os grandes exportadores de petróleo, detentores de imensas reservas financeiras.
E sabemos diante mão, que o novo sistema que surgirá, terá validade de algum tempo. Esperamos que as autoridades do futuro ouçam ou se questionam sobre o desenrolar dos fatos de então. E consigam evitar novas catástrofes em prejuizo dos seres humanos, não deixando ruir um sistema que pode ser corrigido em tempo de resguardar os interesses da maioria.
Bressan
sábado, 25 de outubro de 2008
O Próximo Presidente
Toda democracia sólida precisa de partidos políticos fortes. Mais; quanto mais fortes forem os partidos políticos, mais estável será a democracia. Além disso, ninguém fora dos partidos políticos pode almejar grandes conquistas. Os partidos políticos são tão devastadores quanto um rolo compressor; podem eleger ou aniquilar qualquer candidato, conforme interesses partidarios.
Assim foi com Geraldo Alckmim, ex-governador de São Paulo. Aliás, um bom governador, segundo meu entendimento. Honesto, trabalhador, capaz, inteligente... Derrotado por Marta e por Kassab. Apesar disso, foi o melhor resultado para o PSDB, que terá todas as condições de eleger o próximo presidente da república evitando um racha na aliança com o DEM.
Simples.
O PSDB não endossou a candidatura de Geraldo Alckmim. O todo poderoso José Serra havia escolhido Kassab para que ele se mantivesse com reais possibilidades de ser o futuro presidente do Brasil, afastando Alckmim da próxima candidatura presidencial. E, Alckmim se tornaria forte candidato ao governo de São Paulo em 2010. Tudo armado, arquitetado com requinte de detalhes. Dois tucanos dirigindo o país e o estado mais rico da federação, dobradinha de dar inveja a qualquer partido político.
Serra será o futuro presidente, pois Lula não tem nenhum candidato, com ou sem saia, para enfrentar o atual governador de São Paulo.
A atual crise mundial vai tirar um pouco o clima de festa de Lula. Até agora Lula se beneficiou da farta colheita plantada por seus antecessores. Agora chegou sua vez de semear para que seu sucessor colha bons resultados. E terá que ser um bom semeador (como nunca antes neste país) para que o povo continue apoiando e admirando seu trabalho. Não nos decepcione, sr. Presidente!
Bressan
Assim foi com Geraldo Alckmim, ex-governador de São Paulo. Aliás, um bom governador, segundo meu entendimento. Honesto, trabalhador, capaz, inteligente... Derrotado por Marta e por Kassab. Apesar disso, foi o melhor resultado para o PSDB, que terá todas as condições de eleger o próximo presidente da república evitando um racha na aliança com o DEM.
Simples.
O PSDB não endossou a candidatura de Geraldo Alckmim. O todo poderoso José Serra havia escolhido Kassab para que ele se mantivesse com reais possibilidades de ser o futuro presidente do Brasil, afastando Alckmim da próxima candidatura presidencial. E, Alckmim se tornaria forte candidato ao governo de São Paulo em 2010. Tudo armado, arquitetado com requinte de detalhes. Dois tucanos dirigindo o país e o estado mais rico da federação, dobradinha de dar inveja a qualquer partido político.
Serra será o futuro presidente, pois Lula não tem nenhum candidato, com ou sem saia, para enfrentar o atual governador de São Paulo.
A atual crise mundial vai tirar um pouco o clima de festa de Lula. Até agora Lula se beneficiou da farta colheita plantada por seus antecessores. Agora chegou sua vez de semear para que seu sucessor colha bons resultados. E terá que ser um bom semeador (como nunca antes neste país) para que o povo continue apoiando e admirando seu trabalho. Não nos decepcione, sr. Presidente!
Bressan
domingo, 19 de outubro de 2008
Mentira Emplacada Durante Anos
Alguém inventou um método de ficar rico e ganhar muito dinheiro. Tratou de disseminar seu invento para ganhar mais dinheiro envolvendo outras pessoas, empresas, bancos, fundos de pensão... Todos estavam ganhando muito dinheiro, bilhões de dolares, euros, reais... E assim criou-se a bolha, uma gigantesca bolha, com a especulação imobiliaria. Uma mentira sustentada pela crença de quem não quer ver o futuro! E, aqui se apostavam em lucros com a moeda americana, que segundo esses especuladores, o real se manteria forte frente ao dolar. Resultado? Bilhões de prejuizo a ser contabilizado.
Já na década de trinta, quando do crash da bolsa em 1929, ouve a tal especulação imobiliaria devido aos fartos lucros obtidos no mercado de ações. Portanto, um sinal do que iria acontecer já havia sido registrado pela historia contemporanea; os americanos também tem memória curta...
Mas, como ganhar dinheiro facil é bom, a imensa maioria continuava no oba oba!
Paul Krugman, economista americano e ganhador do premio Nobel de Economia de 2008, talvez o maior crítico do governo Bush, não acreditava na mentira que se estava formando no mercado financeiro. Krugman alertava em seus artigos no Times sobre a tal bolha, mentira que o mercado contiuava acreditando. Até que... bem
Alguns analistas dizem que a crise atual não será tão devastadora quanto aquela de 1929. Dizem que o mercado dispõe de melhores ferramentas para acalmar o mercado e fazê-lo operar novamente com eficiencia. Mas, naquela época, o centro econômico reduzia-se aos Estados Unidos e Europa. Hoje o cenario economico é muito mais complexo. Várias economias surgiram como China, India, Russia, Brasil e países membros da OPEP que detém gigantescas poupanças e podem influenciar enormemente os destinos dos futuros acordos globais.
Bretton Woods II, como estão dizendo alguns analistas é impossível. Novas regras terão que ser estabelecidas levando-se em conta esse novo cenario; do contrario, não haverá segurança no sistema financeiro. Regras para detectar "mentiras" terão que estar inseridas no próximo acordo internacional.
Bressan
Já na década de trinta, quando do crash da bolsa em 1929, ouve a tal especulação imobiliaria devido aos fartos lucros obtidos no mercado de ações. Portanto, um sinal do que iria acontecer já havia sido registrado pela historia contemporanea; os americanos também tem memória curta...
Mas, como ganhar dinheiro facil é bom, a imensa maioria continuava no oba oba!
Paul Krugman, economista americano e ganhador do premio Nobel de Economia de 2008, talvez o maior crítico do governo Bush, não acreditava na mentira que se estava formando no mercado financeiro. Krugman alertava em seus artigos no Times sobre a tal bolha, mentira que o mercado contiuava acreditando. Até que... bem
Alguns analistas dizem que a crise atual não será tão devastadora quanto aquela de 1929. Dizem que o mercado dispõe de melhores ferramentas para acalmar o mercado e fazê-lo operar novamente com eficiencia. Mas, naquela época, o centro econômico reduzia-se aos Estados Unidos e Europa. Hoje o cenario economico é muito mais complexo. Várias economias surgiram como China, India, Russia, Brasil e países membros da OPEP que detém gigantescas poupanças e podem influenciar enormemente os destinos dos futuros acordos globais.
Bretton Woods II, como estão dizendo alguns analistas é impossível. Novas regras terão que ser estabelecidas levando-se em conta esse novo cenario; do contrario, não haverá segurança no sistema financeiro. Regras para detectar "mentiras" terão que estar inseridas no próximo acordo internacional.
Bressan
Assinar:
Postagens (Atom)