Nunca antes neste país um presidente viajou tanto. Lula que criticava ferozmente seus antecessores, com todo seu poder verbal, abusa ainda mais das viagens internacionais. Com isso tornou-se conhecido no mundo todo. Depois que Barak disse que Lula é "o cara", que é "o politico mais popular do mundo" ninguém mais segura o presidente. Falta agora querer ser o homem mais conhecido no mundo, Pelé. Aí é covardia. Ele precisaria nascer de novo, trocar de cor, trocar de habilidade...
E essa de emprestar dinheiro ao FMI? Nunca antes neste país aconteceu tal feito!
Ele realmente é o cara! E se não tivesse deixado a marolinha crescer, não teria perdido 10% preciosos de aprovação da sua administração.
Lula tem enorme dificuldade em reconhecer o que nós brasileiros fizemos por este país. O esforço de nossos trabalhadores, a dedicação de nossos estudantes e professores, a coragem dos empresarios, políticos e demais membros da sociedade civil foram determinantes para trazer nossa nação ao nível de reconhecimento que temos hoje.
E se ele é "o cara", certamente tem uma enorme dívida com a sociedade, que lhe deu oportunidade de sair de sua terra e de se projetar em São Paulo, através dos movimentos sindicais. Nosso país é a materia prima do produto LULA. Não haveria produto sem materia prima!
Lula, cuide e valorize nossa materia prima, o BRASIL.
sábado, 4 de abril de 2009
sábado, 14 de março de 2009
A ESTRATEGIA DO TECNICO
As nações mais atingidas pela crise de confiança no mercado financeiro tomaram medidas imediatas para enfrentar a crise. Assim mesmo, os resultados estão aquém do esperado. Mais intervenções virão para trazer de volta a confiança dos consumidores e dos empresarios.
No Brasil, as autoridades monetarias não esperavam tamanho estrago em nossa economia; daí vieram algumas decisões com muito atraso. E quem sai atras...
A redução das taxas de juros, amplamente reclamada pelos empresarios, veio tímida; talvez pelo receio de nos encontrarmos novamente com os demonios da inflação! A oferta de crédito foi para as grandes empresas como Petrobras e Votorantim, deixando o medio, pequeno e micro empresario sem alternativa para financiar seu capital de giro. A burocracia para se obter crédito junto às intituições financeiras públicas é exagerada e desnecessaria. É possivel que algumas empresas tenham sucumbido diante da lentidão na liberação de crédito!
Para os negócios neste mundo globalizado, as ações e decisões tem que ser sincronizadas. Todos os principais paises reduziram suas taxas de juros, injetaram dinheiro para acalmar o mercado e tomaram outras importantes medidas quase simultaneamente. Um técnico quando muda um jogador o outro técnico responde imediatamente com outra ação; não espera o jogo acabar. Ou nós não somos parte importante neste cenario ou não entendemos de futebol!
A nosso ver, as duas coisas nos diz respeito. Então vamos ousar mais e deixar a timidez de lado para não cairmos na recessão.
É chegada a hora do corintiano Lula mostrar que sabe mexer suas peças para, pelo menos, empatar o jogo.
Bressan
No Brasil, as autoridades monetarias não esperavam tamanho estrago em nossa economia; daí vieram algumas decisões com muito atraso. E quem sai atras...
A redução das taxas de juros, amplamente reclamada pelos empresarios, veio tímida; talvez pelo receio de nos encontrarmos novamente com os demonios da inflação! A oferta de crédito foi para as grandes empresas como Petrobras e Votorantim, deixando o medio, pequeno e micro empresario sem alternativa para financiar seu capital de giro. A burocracia para se obter crédito junto às intituições financeiras públicas é exagerada e desnecessaria. É possivel que algumas empresas tenham sucumbido diante da lentidão na liberação de crédito!
Para os negócios neste mundo globalizado, as ações e decisões tem que ser sincronizadas. Todos os principais paises reduziram suas taxas de juros, injetaram dinheiro para acalmar o mercado e tomaram outras importantes medidas quase simultaneamente. Um técnico quando muda um jogador o outro técnico responde imediatamente com outra ação; não espera o jogo acabar. Ou nós não somos parte importante neste cenario ou não entendemos de futebol!
A nosso ver, as duas coisas nos diz respeito. Então vamos ousar mais e deixar a timidez de lado para não cairmos na recessão.
É chegada a hora do corintiano Lula mostrar que sabe mexer suas peças para, pelo menos, empatar o jogo.
Bressan
domingo, 8 de fevereiro de 2009
NEM MAROLINHA NEM TSUNAMI
As maiores e mais ricas nações do mundo estão enfrentando um descarrilhamento dos sistemas financeiro e de produção. O crédito, tão necessario para o bom funcionamento da economia, desapareceu. Ninguém confia em ninguém. Em consequencia disso, o desemprego está nas alturas e crescendo de forma assustadora. Nessas economias, o estrago só pode ser reparado com alguns anos de bons resultados. Mas, os resultados continuam desanimadores! Quando, enfim passará Tsunami?
Graças as politicas corretas adotadas nos governos FHC e LULA a crise mundial não terá aqui o impacto devastador como nas demais nações ricas ou emergentes. Os bancos brasileiros não tem qualquer título podre em seus ativos que comprometam seus lucros.
Mesmo assim teremos no Brasil mais que marolinha.
O governo, tardiamente, tem feito alguns importantes esforços para minimizar os efeitos da crise mundial. Mas o crédito ainda não chegou aos micros, pequenos e medios empresarios. O juro continua alto inibindo o consumo e travando a produção de bens e serviços. A consequencia disso tem sido desemprego.
As obras do PAC tem apenas duas letras atualmente, PC. A letra "A", de aceleração, está em ponto morto. Ou a sigla poderia ser PCA, POUCO CASO com a ACELERAÇÃO do crescimento. Se realmente for acelerado, o PAC cumprirá um importante papel para evitar o aprofundamento da crise. A construção civil precisa ser estimulada porque absorve muita mão de obra e não depende de importação para sua atividade. E o agronegócio, nossa vocação natural, não pode ser esquecida. Esse tripé trará certamente dinamismo aos demais setores da economia.
O fator psicológico tem causado também algum estrago. Milhares de pessoas e empresas tem adiado suas decisões de compras com medo do pior. Essas atitudes são inoportunas nos dias de hoje, em plena crise. O governo tem que direcionar seus esforços para recuperar a confiança dos trabalhadores e empresarios flexibilizando a utilização dos recursos do FGTS e do PIS para a redução dos juros e ampliação do crédito. Essas medidas não essenciais para que a marolinha não se transforme em Tsinami.
Bressan
Graças as politicas corretas adotadas nos governos FHC e LULA a crise mundial não terá aqui o impacto devastador como nas demais nações ricas ou emergentes. Os bancos brasileiros não tem qualquer título podre em seus ativos que comprometam seus lucros.
Mesmo assim teremos no Brasil mais que marolinha.
O governo, tardiamente, tem feito alguns importantes esforços para minimizar os efeitos da crise mundial. Mas o crédito ainda não chegou aos micros, pequenos e medios empresarios. O juro continua alto inibindo o consumo e travando a produção de bens e serviços. A consequencia disso tem sido desemprego.
As obras do PAC tem apenas duas letras atualmente, PC. A letra "A", de aceleração, está em ponto morto. Ou a sigla poderia ser PCA, POUCO CASO com a ACELERAÇÃO do crescimento. Se realmente for acelerado, o PAC cumprirá um importante papel para evitar o aprofundamento da crise. A construção civil precisa ser estimulada porque absorve muita mão de obra e não depende de importação para sua atividade. E o agronegócio, nossa vocação natural, não pode ser esquecida. Esse tripé trará certamente dinamismo aos demais setores da economia.
O fator psicológico tem causado também algum estrago. Milhares de pessoas e empresas tem adiado suas decisões de compras com medo do pior. Essas atitudes são inoportunas nos dias de hoje, em plena crise. O governo tem que direcionar seus esforços para recuperar a confiança dos trabalhadores e empresarios flexibilizando a utilização dos recursos do FGTS e do PIS para a redução dos juros e ampliação do crédito. Essas medidas não essenciais para que a marolinha não se transforme em Tsinami.
Bressan
sábado, 31 de janeiro de 2009
Liderança para redução nos juros
Politica é suja, limpa, interessante, empolgante, corrupta, oportunista... É muito mais. Depende do ángulo que a enxergamos.
O presidente Lula anda com Dilma por toda parte para apresentá-la como candidata a sua sucessão. Ela deveria estar trabalhando em seu gabinete com afinco para ajudar o país sair da lama que se meteu. Logicamente ambos ficam gastando nosso dinheiro para promover campanha política; e isto é crime.
Mas fazem pior: estão engrossando o bolsa familia, carro chefe da popularidade de Lula, em detrimento da saúde e educação. O dinheiro do orçamento é fixo. Portanto, se gastamos mais com o bolsa familia ficamos com menos recursos para saúde e educação. É uma política suja, oportunista e eleitoreira!
Da saúde eles não precisam se preocupar porque o planalto paga tudo. Da educação? O próprio presidente se orgulha de ter chegado a presidencia sem curso superior! Lula já atingiu seu objetivo pessoal, chegou lá, no posto mais importante do Brasil.
E a população menos favorecida, pobre? Elas continuam sem saúde nem educação.
Quanto a liderança?
A liderança de Lula é frágil. É frequentemente aplaudido, mas...
Internacionalmente coleciona desastres: Fracasso de Doha, chantagem do presidente boliviano, descaso de Hugo Chavez, calote do Equador, desafio do governo paraguaio...
Nacionalmente? Todo o esforço de Lula para baixar juros, expandir crédito e reduzir os ganhos dos bancos cai no vazio. Os executivos financeiros escutam mas não fazem o que o presidente pede. O que interessam a eles são lucros crescentes e sempre de olho em ser o maior do mercado e o mais rentável. É igualmente improdutivo seu apelo junto as instituições financeiras públicas nas quais o governo tem participação societaria. Portanto, Lula é incapaz de convencê-los de que uma redução dos custos financeiros seria extremamente benéfico para a produção e para os trabalhadores. Talvez esses executivos se sintam diminuidos; terem estudado tanto e serem apenas executivos, enquanto Lula, sem curso superior tornou-se o rei da cocada. E por isso boicotam sistematicamente os planos do presidente!
Presidente, mude seu discurso, talvez tenha mais sucesso com essa classe super poderosa, os banqueiros.
Bressan
O presidente Lula anda com Dilma por toda parte para apresentá-la como candidata a sua sucessão. Ela deveria estar trabalhando em seu gabinete com afinco para ajudar o país sair da lama que se meteu. Logicamente ambos ficam gastando nosso dinheiro para promover campanha política; e isto é crime.
Mas fazem pior: estão engrossando o bolsa familia, carro chefe da popularidade de Lula, em detrimento da saúde e educação. O dinheiro do orçamento é fixo. Portanto, se gastamos mais com o bolsa familia ficamos com menos recursos para saúde e educação. É uma política suja, oportunista e eleitoreira!
Da saúde eles não precisam se preocupar porque o planalto paga tudo. Da educação? O próprio presidente se orgulha de ter chegado a presidencia sem curso superior! Lula já atingiu seu objetivo pessoal, chegou lá, no posto mais importante do Brasil.
E a população menos favorecida, pobre? Elas continuam sem saúde nem educação.
Quanto a liderança?
A liderança de Lula é frágil. É frequentemente aplaudido, mas...
Internacionalmente coleciona desastres: Fracasso de Doha, chantagem do presidente boliviano, descaso de Hugo Chavez, calote do Equador, desafio do governo paraguaio...
Nacionalmente? Todo o esforço de Lula para baixar juros, expandir crédito e reduzir os ganhos dos bancos cai no vazio. Os executivos financeiros escutam mas não fazem o que o presidente pede. O que interessam a eles são lucros crescentes e sempre de olho em ser o maior do mercado e o mais rentável. É igualmente improdutivo seu apelo junto as instituições financeiras públicas nas quais o governo tem participação societaria. Portanto, Lula é incapaz de convencê-los de que uma redução dos custos financeiros seria extremamente benéfico para a produção e para os trabalhadores. Talvez esses executivos se sintam diminuidos; terem estudado tanto e serem apenas executivos, enquanto Lula, sem curso superior tornou-se o rei da cocada. E por isso boicotam sistematicamente os planos do presidente!
Presidente, mude seu discurso, talvez tenha mais sucesso com essa classe super poderosa, os banqueiros.
Bressan
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A IMPROVAVEL LIDERANÇA AMERICANA
A festa da posse e o discurso de Barack Obama foram marcantes. Nunca naquele país se viu tanta emoção e esperança serem depositadas em um único homem. Pudera, os Estados Unidos vem de uma administração desastrada pela incompetencia e pela ignorancia de um presidente que se envolveu em guerras, crise economico-financeira sem precedentes e isolamento no cenario internacional. Então, parte do prestigio deve ser creditado a Obama e parte a péssima administração anterior.
Até pouco tempo, os Estados Unidos, como única superpotencia mundial mantinha-se acima do bem e do mal, chamando para si toda responsabilidade pelos destinos da humanidade. Achava-se no direito de interferir nos destinos das nações, recomendando planos e ações para tirá-las de dificuldades financeiras, para combater terroristas ou para implantar democracias à força. Isso resultou num enorme desgaste político porque subestimou a cultura e a dinâmica social de cada nação envolvida.
Assim o ódio se voltou contra os Estados Unidos e a aceitação de seu modelo de vida já não desperta simpatia mundo afora.
O mundo cada vez mais globalizado, com mais informação disponível em tempo real faz com que as pessoas, grupo de pessoas ou sociedades sintam-se como se fossem "ilhas" no meio de tanto "mar" de influencias. Assim, não há como exercer liderança sobre um mundo extremamente diverso. E não caberão aos Estados Unidos, mesmo com a liderança de Obama, mudar o destino já escolhido pelos países. Só ocorrerão mudanças importantes no mundo por concenso e não por imposição de qualquer nação, nem mesmo dos Estados Unidos.
Os grandes males ganharão mais velocidade como a proliferação de armas nucleares, os ataques terroristas, o aquecimento global, as epidemias, a fome... Jamais haverá liderança forte e confiável de um único país para lidar com problemas de tamanha magnitude e de interesses tão conflitantes.
Um grupo de importantes nações, devidamente sintonizadas, talvez tenha alguma chance de redirecionar os destinos da humanidade, assumindo o lugar da decrescente liderança americana.
Bressan
Até pouco tempo, os Estados Unidos, como única superpotencia mundial mantinha-se acima do bem e do mal, chamando para si toda responsabilidade pelos destinos da humanidade. Achava-se no direito de interferir nos destinos das nações, recomendando planos e ações para tirá-las de dificuldades financeiras, para combater terroristas ou para implantar democracias à força. Isso resultou num enorme desgaste político porque subestimou a cultura e a dinâmica social de cada nação envolvida.
Assim o ódio se voltou contra os Estados Unidos e a aceitação de seu modelo de vida já não desperta simpatia mundo afora.
O mundo cada vez mais globalizado, com mais informação disponível em tempo real faz com que as pessoas, grupo de pessoas ou sociedades sintam-se como se fossem "ilhas" no meio de tanto "mar" de influencias. Assim, não há como exercer liderança sobre um mundo extremamente diverso. E não caberão aos Estados Unidos, mesmo com a liderança de Obama, mudar o destino já escolhido pelos países. Só ocorrerão mudanças importantes no mundo por concenso e não por imposição de qualquer nação, nem mesmo dos Estados Unidos.
Os grandes males ganharão mais velocidade como a proliferação de armas nucleares, os ataques terroristas, o aquecimento global, as epidemias, a fome... Jamais haverá liderança forte e confiável de um único país para lidar com problemas de tamanha magnitude e de interesses tão conflitantes.
Um grupo de importantes nações, devidamente sintonizadas, talvez tenha alguma chance de redirecionar os destinos da humanidade, assumindo o lugar da decrescente liderança americana.
Bressan
sábado, 13 de dezembro de 2008
NEM TUDO ESTÁ PERDIDO
Os tres grandes dirigentes das tres grandes empresas automobilisticas americanas foram ao congresso pedir dinheiro para suas cambaleantes corporações. Até aí, tudo bem. Mas eles foram cada qual com seu jatinho particular! Conclusão. Levaram uma tremenda bronca dos congressistas e foram embora de mãos vazias! Como emprestar dinheiro a executivos irresponsaveis? Onde está o rigor financeiro? Não fizeram a lição de casa...
Décadas atrás a Chrysler foi beneficiada com um pacote financeiro para tirá-la da falencia. Agora ela está de volta com novo pedido. É evidente que ela não aprendeu a lição, mas muitos executivos naquela época ganharam furtunas.
O que dizer aos dirigentes dessas empresas? Que se virem! Que quebrem! Que se danem! Os desempregados vão se arranjar, conseguirão empregos em outras áreas e terão que se contentar com menos benefícios. Vai ser difícil, mas será uma lição única e definitiva. Os executivos dessas empresas serão os mais beneficiados caso o governo decida socorrê-las. E os mais de 200 milhões de contribuintes americanos vão bancar os salários e mordomias de menos de 2 milhões de trabalhadores.
Os poderosos sindicatos sugaram tantos beneficios que mataram a galinha dos ovos de ouro. Que paguem por sua ganancia! E não obriguem os contribuintes a pagarem por seus exageros.
Estamos atrás de justiça, e o mais justo é que cada um pague por seus erros. Assim...
Aqui tivemos alguns casos notáveis, principalmente com a quebra da Varig, imagem viva do Brasil no exterior. Os passageiros continuaram viajando e os prejudicados entraram na justiça reclamando seus direitos. É assim que tem que ser!
Milhares de pequenos e micros empresários vão a falencia todos os dias. Centenas perdem todos seus recursos, dinheiro de suas economias, poupanças, FGTS, etc. Nem por isso o caos se instala; é a seleção natural das coisas. Os mais eficientes sobrevivem... A maioria dos que faliram se recuperam e abrem novos negocios, e os verdadeiros empreendedores em algum determinado tempo e ramo de atividade vão ter sucesso!
Isso vale para as grandes corporações. Os executivos tem que tomar decisões drásticas, vendendo parte dos ativos de suas empresas, reestruturando suas fabricas e tornando-se mais eficientes. Nem tudo está perdido. Há espaço para muitas manobras.
Bressan
Décadas atrás a Chrysler foi beneficiada com um pacote financeiro para tirá-la da falencia. Agora ela está de volta com novo pedido. É evidente que ela não aprendeu a lição, mas muitos executivos naquela época ganharam furtunas.
O que dizer aos dirigentes dessas empresas? Que se virem! Que quebrem! Que se danem! Os desempregados vão se arranjar, conseguirão empregos em outras áreas e terão que se contentar com menos benefícios. Vai ser difícil, mas será uma lição única e definitiva. Os executivos dessas empresas serão os mais beneficiados caso o governo decida socorrê-las. E os mais de 200 milhões de contribuintes americanos vão bancar os salários e mordomias de menos de 2 milhões de trabalhadores.
Os poderosos sindicatos sugaram tantos beneficios que mataram a galinha dos ovos de ouro. Que paguem por sua ganancia! E não obriguem os contribuintes a pagarem por seus exageros.
Estamos atrás de justiça, e o mais justo é que cada um pague por seus erros. Assim...
Aqui tivemos alguns casos notáveis, principalmente com a quebra da Varig, imagem viva do Brasil no exterior. Os passageiros continuaram viajando e os prejudicados entraram na justiça reclamando seus direitos. É assim que tem que ser!
Milhares de pequenos e micros empresários vão a falencia todos os dias. Centenas perdem todos seus recursos, dinheiro de suas economias, poupanças, FGTS, etc. Nem por isso o caos se instala; é a seleção natural das coisas. Os mais eficientes sobrevivem... A maioria dos que faliram se recuperam e abrem novos negocios, e os verdadeiros empreendedores em algum determinado tempo e ramo de atividade vão ter sucesso!
Isso vale para as grandes corporações. Os executivos tem que tomar decisões drásticas, vendendo parte dos ativos de suas empresas, reestruturando suas fabricas e tornando-se mais eficientes. Nem tudo está perdido. Há espaço para muitas manobras.
Bressan
domingo, 7 de dezembro de 2008
Especulação.
O preço do petróleo há poucos meses estava na estratosfera, algo em torno de US$ 140,00 o barril. Veio a crise, mexeu com os ânimos dos mercados, dos investidores, dos especuladores, dos consumidores, e o preço do barril caiu para US$ 40,00. Quem determina o preço é o mercado! Mas que mercado? O mercado real, da oferta e demanda? Ou mercado hipotético, inventado, imaginável, do futuro? O mercado real não caiu 70% como assinala a queda de preço do produto. É facil deduzir que uma minoria com enorme poder econômico-financeiro "administra" esse mercado.
Alto lá!
Não é só esse mercado que está sendo manipulado. O preço dos produtos do campo também estão sendo "administrados" por outros especuladores!
Os países exportadores de petróleo querem diminuir a oferta para aumentar ou não permitir que os preços caiam ainda mais. Nesse mercado é facil controlar a oferta. Basta paralizar alguns campos, manter ancorados alguns petroleiros, diminuir a vazão de alguns oleodutos, e pronto; equilibra-se a oferta e procura, para se chegar a um preço "de concenso".
E os produtos do campo? Aí a coisa é muito diferente. A falta de crédito, a redução na produção, a queda na produtividade vão certamente causar excassez de produtos e consequentemente preços mais elevados e fome.
Isso porque o campo necessita de um prazo para plantar, colher e distribuir os produtos. E se os produtos não chegarem a tempo e com preços baixos à mesa do consumidor é fome e morte...
Por isso atenção especial tem que ser dada ao campo. Crédito, preços minimos e garantia de comercialização são alguns dos mecanismos essencias para manter a produção do campo e garantir a alimentação de nosso povo e excedente para exportação. Produzir não é expecular; é garantir o pão em nossa mesa!
Bressan
O preço do petróleo há poucos meses estava na estratosfera, algo em torno de US$ 140,00 o barril. Veio a crise, mexeu com os ânimos dos mercados, dos investidores, dos especuladores, dos consumidores, e o preço do barril caiu para US$ 40,00. Quem determina o preço é o mercado! Mas que mercado? O mercado real, da oferta e demanda? Ou mercado hipotético, inventado, imaginável, do futuro? O mercado real não caiu 70% como assinala a queda de preço do produto. É facil deduzir que uma minoria com enorme poder econômico-financeiro "administra" esse mercado.
Alto lá!
Não é só esse mercado que está sendo manipulado. O preço dos produtos do campo também estão sendo "administrados" por outros especuladores!
Os países exportadores de petróleo querem diminuir a oferta para aumentar ou não permitir que os preços caiam ainda mais. Nesse mercado é facil controlar a oferta. Basta paralizar alguns campos, manter ancorados alguns petroleiros, diminuir a vazão de alguns oleodutos, e pronto; equilibra-se a oferta e procura, para se chegar a um preço "de concenso".
E os produtos do campo? Aí a coisa é muito diferente. A falta de crédito, a redução na produção, a queda na produtividade vão certamente causar excassez de produtos e consequentemente preços mais elevados e fome.
Isso porque o campo necessita de um prazo para plantar, colher e distribuir os produtos. E se os produtos não chegarem a tempo e com preços baixos à mesa do consumidor é fome e morte...
Por isso atenção especial tem que ser dada ao campo. Crédito, preços minimos e garantia de comercialização são alguns dos mecanismos essencias para manter a produção do campo e garantir a alimentação de nosso povo e excedente para exportação. Produzir não é expecular; é garantir o pão em nossa mesa!
Bressan
Assinar:
Postagens (Atom)